Hoje foi meu primeiro dia na nova turma no cursinho de inglês. Meu horário era das 8h às 11h. Agora entro uma hora mais tarde, e acabo ao meio-dia. Troquei de classe porque não gostei do método do antigo professor. Ele era legal e tinha um bom sotaque, porém não gostava dos exercícios que ele propunha em aula. Pareciam infantis e sem resultado. De qualquer forma, meu inglês está evoluindo na medida do possível. Consigo entender a maioria das coisas que as pessoas falam, tenho só algumas dificuldades gramaticais na hora de formular frases. Algumas saem meio “toscas”, mas segundo a maioria das pessoas que troquei algumas palavras, tenho um sotaque bom para um brasileiro.
Brasileiros, aliás, não faltam na minha nova turma. São seis! Um japonês, três mulheres na faixa dos 35 anos, uma mais ou menos da minha idade e um cara muito figura do Maranhão. Os demais alunos são quase todos espanhóis.
Brasileiros, aliás, não faltam na minha nova turma. São seis! Um japonês, três mulheres na faixa dos 35 anos, uma mais ou menos da minha idade e um cara muito figura do Maranhão. Os demais alunos são quase todos espanhóis.
A grande maioria dos estutantes que conversei está realmente determinado a aprender inglês. Os turcos e alguns espanhóis são os mais resistentes em relação à nova língua, parece que estão mais preocupados com outras coisas, como aproveitar as atrações diurnas e noturnas de Londres.
Eu conheci apenas uma boate, e foi na minha primeira semana aqui. O responsável pela parte da agência de viagens que me vendeu o pacote para vir a Londres organizou um chamado Pub Crawl, que se resumiu em visitar três pubs escolhidos por ele, teoricamente ganhar uma cerveja em cada um (fato que não aconteceu, deu uma pequena confusão, mas nada demais) e depois ir a uma festa. Tudo isso por 12 libras. Sobre os pubs: até agora, fora essa boate, eu só visitei pubs, pois prefiro esse ambiente. É mais tranquilo para tentar conversar em inglês e tomar uma cerveja. Os pubs são normais. Um balcão gigante com as “torneirinhas” de cerveja, e na parte de trás um armário enorme com tudo que é tipo de drink. As pessoas escolhem mesas, tomam sua bebida e conversar bastante. Não existe aquela fumaça irritante do cigarro. É proibido fumar em estabelecimentos públicos aqui. E beijos, apesar de serem legais do ponto de vista da lei, são raríssimos. Fato também que percebi na boate. Perguntei para o Adriano sobre isso. Ele me disse que aqui o pessoal não tem o hábito de se beijar tanto nas festas, mais dançam, se conhecem. E que se eu visse duas pessoas trocando um pouco de saliva, provavelmente uma delas seria brasileira. Mas não sejamos tão rigorosos com os brasileiros, claro que existem também italianos, espanhóis, turcos, etc. que se beijam por aí. Por fim, a boate. Era parecida com o absinto hall, de Santa Maria, e mais ou menos o mesmo estilo. Sobre essa boate há uma história engraçada envolvendo um americano com aparência de cientista maluco, mas esse fato eu trato no início do próximo post.
Claro que devem existir infinitas boates com diversas festas diferentes aqui. A vantagem dos pubs, além de um clima melhor para uma conversa, é que você não precisa pagar para entrar. Já as boates geralmente são pagas. Perguntei para o Adriano a média de preço para uma noite, dentro da nossa realidade. Ele disse que os valores variam de 10 a 30 libras. E quanto às cervejas? Um pint (copo com mais ou menos 550mls) está na média de quatro libras. Se você achou caro, como eu, imagine as outras festas que existem. Penso que a fama da noite de Londres também pode ser interpretada de outra maneira: para quem tem muitas libras no bolso, opções para torrá-las não faltarão.
Claro que devem existir infinitas boates com diversas festas diferentes aqui. A vantagem dos pubs, além de um clima melhor para uma conversa, é que você não precisa pagar para entrar. Já as boates geralmente são pagas. Perguntei para o Adriano a média de preço para uma noite, dentro da nossa realidade. Ele disse que os valores variam de 10 a 30 libras. E quanto às cervejas? Um pint (copo com mais ou menos 550mls) está na média de quatro libras. Se você achou caro, como eu, imagine as outras festas que existem. Penso que a fama da noite de Londres também pode ser interpretada de outra maneira: para quem tem muitas libras no bolso, opções para torrá-las não faltarão.
Sobre as cervejas que bebi. Provei a Beck’s, Stella Artois e Guinness preta, essa última por insistência do Adriano, que visitou a fabrica da cerveja em Dublin e ficou me explicando todo o processo de produção da Guinness enquanto “degustávamos” o produto. As duas primeiras são boas. Achei parecidas com as cervejas do Brasil. São servidas mais ou menos como se fossem tiradas de uma geladeira de boa potência. Sobre a cerveja preta, sou suspeito para falar, pois acho que tem um gosto parecido com café. Mas acredito que é uma boa cerveja para quem gosta do estilo. Em casa tenho um fardo de Foster’s, cerveja australiana leve e boa, que comprei numa promoção no mercado.
Hum... coisa boa, cerveja em Londres!
ResponderExcluirAproveite para aprender bastante e se divertir!
Beijos!
Quando voltar tu pode treinar teu "ingreis" com o professor JOEL (bafana bafana). Garanto que não vão ter problemas para se entender, principalmente no que diz respeito a cerveja hehe
ResponderExcluirPutz cara... de tanto tu falar em cerveja e pub me deu vontade de ir no pingo... culpa tua !!! hauauha
ResponderExcluirPorra mano! Eu acho que tu deveria explorar mais esse lado gustativo e trazer uns exemplares para a galera ver qual é...
ResponderExcluirhehe
Abraço!